{"id":5469,"date":"2016-10-21T09:35:53","date_gmt":"2016-10-21T11:35:53","guid":{"rendered":"http:\/\/otimoneiro.com.br\/?p=5469"},"modified":"2016-10-21T09:35:53","modified_gmt":"2016-10-21T11:35:53","slug":"familia-contesta-resposta-sobre-negligencia-no-hpsc","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/hom.jornaltimoneiro.com.br\/index.php\/2016\/10\/21\/familia-contesta-resposta-sobre-negligencia-no-hpsc\/","title":{"rendered":"Fam\u00edlia contesta resposta sobre neglig\u00eancia no HPSC"},"content":{"rendered":"<p>A fam\u00edlia do jovem de 14 anos que perdeu um test\u00edculo em decorr\u00eancia da demora do Hospital de Pronto Socorro de Canoas (HPSC) em informar a falta de um equipamento para exame, afirma que a resposta da Prefeitura sobre o assunto n\u00e3o condiz com a verdade.<\/p>\n<p>Questionada sobre o tema pela equipe de reportagem de OT, a administra\u00e7\u00e3o municipal afirmou: \u201d O Hospital de Pronto Socorro de Canoas possui o equipamento para realiza\u00e7\u00e3o do exame ecodoppler e ele estava em funcionamento na referida data. Para este caso espec\u00edfico, o equipamento n\u00e3o era, tecnicamente, adequado para o procedimento. Em comum acordo com a fam\u00edlia, o m\u00e9dico, que tamb\u00e9m trabalha no Hospital de Cl\u00ednicas de Porto Alegre, indicou a institui\u00e7\u00e3o da Capital para o procedimento necess\u00e1rio ao paciente\u201d<\/p>\n<p>Segundo os familiares, eles e o m\u00e9dico foram surpreendidos com a informa\u00e7\u00e3o de que o rapaz n\u00e3o poderia fazer o exame no local, depois de horas de espera. Eles tamb\u00e9m afirmam que n\u00e3o se tratou de uma decis\u00e3o em comum acordo, mas sim da \u00fanica alternativa<br \/>\nA equipe de reportagem de OT contatou tamb\u00e9m \u00e0 assessoria de imprensa do Grupo M\u00e3e de Deus, respons\u00e1vel pela administra\u00e7\u00e3o do HPSC, que informou que apenas a Prefeitura pode responder sobre o hospital canoense.<\/p>\n<h3>Entenda o caso<\/h3>\n<p>No dia 18 de setembro, a falta de um equipamento no Hospital de Pronto Socorro de Canoas (HPSC), somada \u00e0 demora para avisar uma fam\u00edlia sobre a indisponibilidade de um exame, fizeram com que um jovem de 14 anos de idade tivesse um test\u00edculo extra\u00eddo. Mesmo chegando \u00e0s 12h52min no hospital, sentindo fortes dores, sua fam\u00edlia s\u00f3 foi informada que n\u00e3o havia a possibilidade de se fazer o exame no local \u00e0s 15h39min.<\/p>\n<p>O pai levou o jovem at\u00e9 Porto Alegre, onde foi atendido rapidamente no Hospital de Cl\u00ednicas. Na Capital, o exame foi realizado com rapidez, mas depois de tantas horas de tor\u00e7\u00e3o do test\u00edculo, o quadro n\u00e3o pode ser revertido sem a extra\u00e7\u00e3o do \u00f3rg\u00e3o.<\/p>\n<p>A fam\u00edlia guarda consigo uma declara\u00e7\u00e3o do m\u00e9dico, dada por escrito no momento da alta. A declara\u00e7\u00e3o, dada \u00e0s 15h34min, diz: \u201cInformado somente agora que o hosital [sic] n\u00e3o disp\u00f5e de aparelho para realiza\u00e7\u00e3o de ecodoppler; plant\u00e3o administrativo j\u00e1 estava ciente. Converso com familiar, que ir\u00e1 procurar por conta pr\u00f3pria o servi\u00e7o\u201d.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A fam\u00edlia do jovem de 14 anos que perdeu um test\u00edculo em decorr\u00eancia da demora do Hospital de Pronto Socorro de Canoas (HPSC) em informar a falta de um equipamento para exame, afirma que a resposta da Prefeitura sobre o assunto n\u00e3o condiz com a verdade. 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